Decisões
- Livia Jasper
- 8 de mar. de 2022
- 1 min de leitura
Atualizado: 27 de jun. de 2022
Ao conhecermos nossa história, nos tornamos aptos a decidir de forma mais livre.
Por vezes olhamos para o passado e nos arrependemos das escolhas tomadas. Nos colocamos no lugar do ressentido onde tudo desejava, mas nada conquistou. Contudo devemos levar em consideração as informações que possuíamos na época, e que nos levaram à determinadas escolhas.
Há situações onde acreditamos não ter escolha, que o que foi posto está além de nossa competência, seja por um destino de penitência ou por pura insegurança. Porém, acho interessante a ideia de permissão que a decisão pode trazer consigo. O ato de se permitir escolher. Se fica ou se parte, se aceita ou se recusa. E é aí que a decisão consciente entra. Por meio do autoconhecimento e confiança, é possível entender de onde se está partindo, quais ferramentas se tem disponível e para onde gostaria de seguir.
Digo decisão consciente porque por muitas vezes o inconsciente acaba por decidir por nós, ao tomar como princípio, formações de nosso desenvolvimento infantil, fantasias e desejos primitivos as quais estamos entrelaçados e não percebemos.
Uma vez que entendemos nossos processos psíquicos e nossas próprias concepções (o que nos move), podemos compreender as opções que temos e porque estamos decidindo de tal forma. Ao conhecermos nossa história, levamos à luz esses desejos e fantasias e podemos assumir o controle, o que muitas vezes esquecemos ter.
Ao despertar dessa perspectiva, estaremos mais livres e confortáveis com nossas escolhas. Sairemos do lugar de ressentido e focaremos na capacidade de decidir que temos.
E então... como se sente ao saber que é capaz de decidir?



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